(Bukowski)
Assistente de um promotor, Bukowski é rival de Jennifer Walters — secretamente a Mulher-Hulk (veja Mulher-Hulk) —, e foi responsável pela morte da melhor amiga da heroína.
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(Brule)
Criação de Roy Thomas em 1976, Brule, o Lanceiro, pertence à raça dos pictos e é hoje, sem duvida, o braço direito do Rei Kull (veja Kull, o Conquistador).
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(Bova)
Bova é uma vaca que foi submetida a uma aceleração genética pelo Alto Evolucionário e se tornou tão evoluída como um ser humano. Ela foi uma das primeiras integrantes da raça dos Novos Homens (veja Alto Evolucionário e Wundagore).
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falando em pé na jaca.... :P
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05/03: Livro e Gibi importados (pego na Amazão)
• X-Men: Mutant Massacre Omnibus: como nascida e criada nos mutantes do Claremont, estou tentando juntar estas historinhas no melhor formato possível. Sobre esta edição em especial, vou dar um comentariozinho logo abaixo.
• Strixhaven: A Curriculum of Chaos: adaptação de um dos mundos de Magic: The Gathering pra RPG. Como gosto de worldbuilding, acabei pegando e, pelo visto, tem uma pegada daquela série de livros sem autora. (e o nome desse livro/set sempre me lembra o nick de certa autora vampírica, comprem o livro dela!!)
A fins de anotação, eu tinha outro encadernado de Mutant Massacre, a versão “OHC” (oversized hardcover, se não me falha), esse outro à direita:

Só que ele, como dá pra notar até nessa foto de frente, só tem a mais o Wolverine fumando. Na parte que interessa, ele tem bem menos páginas, cobrindo:
• Uncanny X-Men (1981) #210—214
• X-Factor (1986) #9-11
• New Mutants (1983) #46
• Thor (1966) #373—374
• Power Pack (1984) #27
• Daredevil (1964) #238
A edição nova tem tudo isso acima, mais:
• Uncanny X-Men (1981) #215-219, Annual (1970) #11
• X-Factor (1986) #12—17, Annual #2
• Thor (1966) #377—378
• X-Men vs. Fantastic Four #1—4
• X-Men vs. Avengers #1—4
Isso fecha um gap que tem na minha coleção (como disse acima: “estou tentando juntar estas historinhas no melhor formato possível”) e acho que está faltando só mais um ou dois encadernados parrudos desse pra eu ter paz aqui.
Pros curiosos, um mapeamento resumido, só com números de X-Men que saíram nestes encadernados:
• X-Men #1 - 094 à 131¹
• X-Men #2 - 132-153
• X-Men #3 - 154-175
• X-Men #4 - 176-193
Aqui provavelmente vai ter um X-Men Omnibus #5 (e um #6, se conseguirem encher linguiça)
• Mutant Massacre - 210-219
• Fall of the Mutants - 220-227
• Inferno Prologue - 228-238
• Inferno - 239-243² (inferno saiu uma edição mais parruda
• X-Men by Chris Claremont and Jim Lee #1 - 244-269
• X-Tinction Agenda - 270-272
• X-Men by Chris Claremont and Jim Lee #2 - 273-280
¹ os fãs sabem que as edições anteriores só interessam para quem é doente pelos personagens
² Inferno saiu uma edição nova com monte de material extra, mas o core da saga já está na edição antiga que tenho. Mas aceito de presente, claro, ou indicação de site vendendo à preço ridiculamente baixo :P
(Bi-Beast)
Imenso andróide de duas cabeças criado por uma raça de homens pássaros, o Bifera já enfrentou o Hulk e, certa vez, tomou o porta-aviões aéreo da SHIELD (veja Hulk e Porta-Aviões Aéreo).
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(Blackbyrd)
Detetive negro que já se envolveu com o Tigre Branco (veja Tigre Branco). Certa vez, ele cruzou o caminho do Aranha quando este procurava o Tigre por crimes que ele não cometera (veja Homem-Aranha). Recentemente, Blackbyrd auxiliou o Tigre a capturar os assassinos de sua família e esteve junto com o herói quando este decidiu voltar a ser um humano comum.
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(Beetle)
Abner Jenkins era um exímio mecânico que decidiu usar seus conhecimentos para construir uma roupa de combate e enveredar pelos caminhos do crime. Criação de Stan Lee em 1964, ele possui asas e poderosas ventosas nas luvas que o permitem escalar paredes. O Besouro já enfrentou o Homem-Aranha e o Demolidor (veja Homem-Aranha e Demolidor).
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...se não tomar cuidado, esse mês enfio o pé na jaca de novo.
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04/02: Gibis (loja Panini)
• Beastars 6: Pronto, agora assim completei :P (mesma opinião que aqui, 22 volumes)
• Ataque dos Titãs #15 #16: mesma opinião que aqui, melhor correr com essa coleção :P
• Jojo's Bizarre Adventures (Diamond is Unbreakable) #5: mesma opinião que aqui (esse é o 4º arco de oito, que tem 12 volumes)
• Dragon Ball #18: mesma opinião que aqui (34 volumes)(!)
Ia fazer uma lista das leituras de fevereiro, mas foi tão vergonhoso que vou deixar acumular com março ;P
(Ben Parker)
Marido de May Parker, ambos criaram o jovem Peter Parker após a morte de seus pais. Logo depois de ter adquirido poderes e se transformado no Homem-Aranha (veja Homem-Aranha), Peter recusou-se a capturar um bandido que fugia da polícia por achar que não tinha nada a ver com o assunto. Por ironia do destino, esse criminoso acabou matando seu tio, o que provocou um tremendo remorso no herói. Criação de Stan Lee em 1963, foi graças à morte de Ben Parker que Peter percebeu um importante fato: o poder traz responsabilidade. Daquele momento em diante, o Homem-Aranha passou a combater o crime sob todos os aspectos.
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(Belladonna)
Narda Ravanna e sua irmã, Desiree, montaram uma prospera firma de moda e cosméticos na Europa, mas foram levadas à falência quando um rival as arruinou com publicidade negativa. Utilizando seu conhecimento de química, Narda desenvolveu uma série de armas, vestiu um disfarce e saiu para se vingar do rival. Criação de Roger Stern em 1980, ela acabou enfrentando o Homem-Aranha e foi derrotada (veja Homem-Aranha).
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(Avalanche)
Supervilão mutante com poderes devastadores, Avalanche é capaz de desintegrar objetos inanimados com seu toque. Criação de Chris Claremont em 1981, ele já enfrentou o Hulk e o servo do Toupeira, conhecido como Terremoto (veja Toupeira).
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(por Rafael Calça e Jefferson Costa)
Estou fazendo essa resenha 1) com algum atraso (alguns eventos pessoais acumularam e tive de lidar com uma coisa por vez) e 2) sem a outra Graphic MSP do Jeremias em mãos, o que melhoraria o texto, já que as duas fazem parte de um conjunto e, aposto, que eventualmente vem uma terceira para fechar uma trilogia (já que esse formato anda de moda faz tempo, pra tudo).
(também melhoraria o texto se eu fosse competente em resenhas, mas abafa isso, pfv)
Assim como em Pele, em Alma o tema racismo é abordado de forma delicada e inteligente. O aspecto tratado com mais ênfase é o de desvalorização da cultura negra, da pilhagem feita em cima dela, e do resgate e reconstrução. O “inimiguinho” da vez, Pierre Valentim, é um achado de odiosidade, tanto pelo seu preconceito raso (lembrando muitos ~profissionais do humor~ que existem por aí, do tipo que lamenta a “censura” e que “antigamente era mais fácil fazer piada” e outros mimimis), quanto pela sua apropriação de uma obra criada por um negro (não vou dizer quem :P) sem dar os créditos.
Inclusive o autor dá um tapa com luvas de pelica na gente por que deixamos nos fazer esquecer que vários autores fodões da literatura brasileira e mundial, daqueles que estão em livros didáticos, eram negros.
Há outras passagens sutis, ao menos para mim, tipo personagens conseguirem uma grande conquista e no fundo não se sentirem merecedores - a sociedade sempre disse que ter isso ou aquilo, ou estar ali é direito só de determinado grupo, não dessa gente.
# Veredicto: merece releituraS.
# Bom: além do que já falei? Os extras, que apesar de terem sido bem poucos, enriqueceram mais ainda a obra explicando parte do caminhão de referências usadas na história!
# Mau: não sei, não é uma obra perfeita, mas é difícil apontar um Grande Problemas aqui. Tipo, não peguei várias coisinhas (e tem coisas que só peguei por testemunhado conversas e threads sobre, tipo a síndrome do impostor citada acima) e talvez muitos leitores não pegarão, mas acho que isso não seja um problema por si só. Algumas soluções também podiam ser melhores, tipo o confronto com o inimiguinho, ficou vago o seu destino (ostracismo?), mas talvez não dar uma resposta seja a melhor opção narrativa.
96 páginas • R$ 34,90 • 2020 • revista na página da editora
Queria aproveitar e apontar um grande defeito inerente à maioria das Graphic MSP, e que NÃO aconteceu aqui: os extras são repetitivos. É sempre a mesma coleção de rabiscos, e as mesmas etapas de confecção de páginas.
Imagino que os softs usados pela maioria sejam parecidos, e provavelmente boa parte dos artistas se conhecem das mesmas escolas/faculdades. São pessoas talentosas, mas de técnicas parecidas, quase que uma pasteurização no método.
Enfim, ver uma linha de montagem funcionar uma vez é legal, educativo. Agora, ver isso trinta e tantas vezes, não é.

