
(por Jeff Smith )
Bone é daqueles gibis que eu lia muito sobre, isso já nos anos 90, mas simplesmente não tinha lido a obra em si ainda. Nas eras passadas até tentei pegar edições soltas em inglês (mas meu domínio em grunhidez nunca foi lá estas coisas), arrisquei a coleção da Via Lettera, mas ela era cara e as revistas estavam surgindo com demoras cada vez maiores e... desisti. Eventualmente peguei uma edição gringa em preto e branco com TODA a saga, um tijolinho de mil trezentas e tantas páginas, e consegui que o Jeff Smith em pessoa autografasse ela numa FIQ passada. Mas, não li :P~
Aí, surgiu uma destas promoções malucas na internet, consegui esse box em português da Todavia, colorizado (o gibi originalmente era sem cores) e achei que era a hora de finalmente conhecer a história :)
(E existe outra história que vou resumir rapidinho: Jeff Smith fundou sua própria editora pra publicar Bone, a Cartoon Books, e em sua jornada chegou a ter problemas financeiros - aí outra editora, a Image, publicou a revista por menos de dez edições - mas conseguiu completar toda a saga em 55 revistas.)
E o que é? São as histórias de três criaturinhas (Fone Bone, que é o protagonista (e se você chamar só um de “Bone”, é dele que você estará falando), e seus primos Phoncible P. “Phoney” Bone e Smiley Bone)(na minha cabeça, Bone é uma variação do Mickey, e seus primos são meio que versões “”“más”“” (aspas, muitas aspas) de Tio Patinhas e Pateta. Um é heróico de bom coração, o outro quer dinheiro acima de tudo, se dar bem acima de todos e o terceiro é um bobo que topa qualquer coisa... além da estatura dos três personagens serem bem similares às supostas contrapartes deles :P)(devo ter batido algum recorde de parênteses engarrafados aqui) que foram expulsas de sua vila (culpa de vocês acertaram quem, isso não é mostrado, mas sempre citado) e param no Vale, onde vivem humanos (notadamente Espinho e sua vó Ben), animais falantes, ocasionais dragões e estúpidas (e perigosas) criaturas rato.
A histórias começa focando na chegada dos bones na região, participam de eventos locais e, à despeito de passagens bem divertidas, aos poucos a trama vai adensando, com mistérios sobre o passado de Ben e Espinho, desembocando para aventuras cada vez mais perigosas e fatos que determinam o destino de todos.
# Veredicto: óbvio que vai ficar na minha estante e recomendo. Alguém comparou exageradamente Bone como algo tipo “Pernalonga encontra Senhor dos Anéis”. Sinceramente, não é a melhor de história de humor com personagens cartunizados nem a melhor fantasia, mas se dá muito bem mesclando gêneros tão diferentes. (e, se achar outra promoção boa, compro o box pros sobrinhos :Þ)
# Bom: a Corrida das Vacas é algo sempre lembrado, assim como diversas cenas de humor das criaturas-rato. A arte funciona perfeitamente, algumas cenas são muito dinâmicas.
# Mau: a guerra dura demais, assim como a longa caminhada entre os círculos fantasma. Alguns elementos prometiam mais epicidade ou humor e não entregam, assim como a impressão de que há um grande background por trás, mas ele é pouco mostrado (ou pouco trabalhado).
Livro 1: 448 páginas • R$ 96,90 • 2018 • veja no site da editora •• Livro 2: 416 páginas • R$ 94,90 • 2019 • veja no site da editora •• Livro 3: 512 páginas • R$ 99,00 • 2019 • veja no site da editora •• Box com os três livros: 1376 páginas • R$ R$ 241,89 • 2019 • veja no site da editora (tá caro aqui, se você tiver paciência acha bem mais barato em lojas online)


(Yon-Rogg)
Arquitetando um complexo plano para debelar uma conspiração que que pretendia depô-lo, Supremor, o supremo regente da raça kree, enviou o Capitão Mar-Vell, o comandante Yon-Rogg e a enfermeira Una numa missão de reconhecimento à Terra (veja Capitão Marvel, Supremor e Una). Yon-Rogg amava Una, mas sabia que esta era apaixonada por Mar-Vell. Odiando o capitão, Yon-Rogg presenciou-o desobedecendo a uma ordem direta do Supremo Conselho Kree, e, relatando o fato a seus superiores, foi incumbido de executar o rebelde. Quando sua esquadra estava prestes a realizar as ordens do conselho, a armada se viu atacada por guerreiros Aakans. No meio do combate, Una foi mortalmente ferida por um disparo perdido. Mar-Vell conseguiu escapar e levar o corpo dela para um pequeno asteróide, onde se encontra até hoje. Nos meses que se seguiram, odiando o Capitão mais do que tudo, Yon-Rogg transformou Mar-Vell em um fora-da-lei, perseguido por homens de todas as raças. O embate final entre os dois inimigos krees se deu na Terra, em uma caverna onde se encontrava uma poderosa arma kree; o Psicomagnitron. Yon-Rogg raptou Carol Danvers, uma agente de segurança da NASA, amiga do Capitão, com o intuito de atrair seu oponente até aquele local. Tendo sucesso em seu intento, Rogg e Mar-Vell travaram um violento combate. O Mandróide - monstro que Yon havia criado para destruir seu inimigo - acabou por danificar o Psicomagnitron com uma rajada de energia, e a máquina explodiu. O Capitão Marvel conseguiu retirar a jovem terrestre do local, mas o corpo dela foi exposto à radiação da máquina e, algum tempo depois, Carol Danvers descobriu que o incidente a havia transformado na heroína Miss Marvel (veja Miss Marvel). Criado por Stan Lee em 1968, Yon-Rogg morreu vítima do próprio plano assassino que havia arquitetado.
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Para ler o review das séries anteriores dessa franquia, leia aqui, aqui e aqui.

(por Masaki Tsuzuki)
E, quase dez anos depois de StrikerS (no mundo real, dentro do anime foram quatro), Vivio ganha série própria :P Sim, o foco agora é ela e sua geração :)
Para mim, o anime anterior jogou os vínculos com o começo da série pro alto, então eu estava meio que assistindo por teimosia e comecei Nanoha Vvid torcendo o nariz: a animação era mais colorida (moderna), mas com uma estilização que achei preguiçosa. Alguns personagens estavam um tanto descaracterizados (Lutecia, semi-vilã é o caso mais extremo :P Várias das vilãs da temporada passada agora são bff de todo mundo) ou bem apagados (Hayate e “família”, especialmente), mas considerei estes ruídos aceitáveis em nome da história a ser contada e talvez uma forma de evitar outro surto populacional :P
E o roteiro, bom, há um, mas não há A Trama A Ser Seguida: Vivio e sua rotina com suas mães é apresentada (e graças à Deus, limaram quase todo a vibe militar anterior) (por outro, há aquele esforço em não dizer diretamente que Fate e Nanoha são um casal) para a gente, conhecemos suas amiguinhas de escola (Rio e... Corona XDD), sua treinadora (Nove, que era uma das vilãs sem sal de StrikerS, se regenerou e tem esse nome porque todo mundo no grupo tinha nome de número :P), etc
Depois o foco vai para Einhart, uma menina que não sei digitar o nome sem colocar da wikipédia e quer provar para todos que seu estilo de luta é o melhor etc. Tímida, contida (na minha cabeça é um menino trans ou NB, reforçado pelo fato que ela tem lembranças de um antigo rei lendário)(ah, adivi(vio)nhem quem é clone da crush desse rei), ela tem um dos melhores arcos de integração de personagem à uma durma que já assisti. Em pouco tempo ela passa de pessoa com alto potencial de dar problema para todos à membro esssencial da patota (com direito a apanhar de Nanoha com todo show de luzes cor de rosa possível)(é a forma da pessoa que dá título à franquia fazer amizade :P) e de repente está em campeonato de luta (magia + artes marciais!) com as outras garotas. A coisa vai escalando de forma natural, mais personagens vão aparecendo (oi, superpopulação) e bem divertida até que

o anime acaba no MEIO do campeonato o.o''
É isso. A história não foi renovada para uma segunda temporada, deixando todo mundo no ar .-.
“Sorte” que é adaptação de um mangá, que vou acabar baixando e duvido que leia tudo, mas ao menos quero ver quais as lutas que houveram depois e quem ganhou, farei matéria aqui!
Muita falta de sacanagem isso, viu?
# Veredicto: divertido, recomendaria como distração, se... não acabasse no meio do nada :P
# Bom: clima mais alegre que antes, os cenarios estão muito melhores (nem parece ser a mesma cidade/mundo de antes), eliminação do tom militar. E Nanoha é a melhor mamãe (e essa, com 9 anos, daria uma surra na filha com 10, fácil-fácil :P)
# Mau: além do fim abrupto, o poder de "ficar adulta" das garotas me incomodou, ainda mais numa franquia sem vergonha de fazer fanservice (todo episódio com termas é um episódio errado =_=). Outra notinha negativa é a constante citação de fatos que aconteceram fora dos animes...
12 episódios • 2015
Resenhas mais legais que a minha, em inglês: Yuri Reviews • Wikipedia
E o fandom tem uma wiki imensa, em inglês: Magical Girl Lyrical Nanoha Wiki


(Ymir)
Ymir é o mais velho e poderoso dos Gigantes de Gelo, uma raça de criaturas descomunais, recobertas de neve e gelo, nativas da região de Asgard. A origem dos Gigantes de Gelo esta perdida na antiguidade, contudo, sabe-se que eles não são anteriores aos deuses de Asgard. Poucos em número, devido às muitas baixas na luta contra os deuses, os gigantes habitam a terra congelada de Niffleheim. Seu tamanho, longevidade e força bruta os tornaram os mais formidáveis inimigos do reino eterno. Ymir é muito velho, mas a idade não diminuiu em nada o seu poder. Embora inteligente e capaz de falar, ele não é muito astuto. Sua vasta força física possibilitou-o sobreviver e reinar seus semelhantes durante milênios. Ymir possui a habilidade mística de controlar o gelo e a neve. O que quer que ele toque congela-se imediatamente. Se o gelo que aparentemente compõe todo o seu corpo se quebra, ele pode fazer com que os fragmentos se unam novamente de forma a recompor seu corpo. No princípio dos tempos, ele foi aprisionado por Odin no interior de um vulcão. Não se sabe quanto tempo Ymir permaneceu ali, mas ele se libertou. Certa vez, o gigante foi magicamente atraído à Terra por uma seita demoníaca, juntamente com outro grande inimigo de Asgard: o demônio de fogo Surtur (veja Surtur). Unido aos Vingadores, o Dr. Estranho conseguiu fazer com que as duas criaturas descomunais se atacassem (veja Vingadores e Dr. Estranho). Como consequência, Ymir foi banido para algum reino extradimensional e o mesmo aconteceu com Surtur. Adaptado da mitologia nórdica para os quadrinhos por Stan Lee em 1963, atualmente as atividades e paradeiro do gigante de gelo são desconhecidos.
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(por Lance Parkin)
Uma resenha atrasada, então tende a ser superficial (e não tão atulhada de informações que nem minha última de Nanoha, talvez): anos atrás peguei para ler Alan Moore, o Mago das Histórias (publicado pela Mythos em 2012), que era um livrão bonito (mesmo com alguns erros feios na edição), com fotos e muitas informações sobre o um dos maiores (ou o maior) autores de quadrinhos de nosso tempo e seus trabalhos. É uma boa biografia, mas soou meio chapa branca demais quando li.
Aí, anos depois atrás peguei o livro na foto acima, pus na pilha e finalmente li :P Fisicamente não é uma superprodução que nem o livro acima, mas muito mais denso, que dá o contexto da infância e adolescência de Moore, e fatos sobre o começo da carreira, o reconhecimento, as brigas etc. Muito do material foi recolhido de matérias anteriores encontradas na imprensa e internet (tem uma enorme lista de fontes no final) e de entrevistas próprias. Inclusive, o autor põe muita luz na eterna disputa do Rouxinol de Northampton com a DC e dá entender que quem tirou a paz dele lá dentro é gente do departamento comercial da editora :P
# Veredicto: se você é fã de Moore ou de quadrinhos, obrigatório! É muito melhor que a outra obra citada, de longe, mas não sobrepõe.
# Bom: respeita o biografado, mas não endeusa, inclusive expõe o humor e idiossincrasias do autor. E, repito, a riqueza de informações é coisa linda de Glycon.
# Mau: ainda fazendo comparações com a outra biografia, é uma obra menos próxima do objeto de estudo, e deixa passar algumas coisas. As mais sentidas é a quase que ausência de informações sobre o processo criativo dos quadrinhos que Moore fez, a relação com os desenhistas (tem coisas aqui e ali, mas dava pra ir mais longe) e praticamente não citar a divergência dele com Len Wein.
editora Marsupial • 448 páginas • 2016


(Yezdigerd)
Yezdigerd é filho de Yeldiz, rei de Turan, um dos maiores reinos da Era Hiboriana onde vivia Conan, o bárbaro (veja Conan). Agindo como soldado em uma das galeras turanianas, Conan foi enviado por Yezdigerd, juntamente com um pequeno grupo, até a cidade de Makalet. Sua missão era de suma importância; trazer de volta o Tarin Vivo, um ser considerado como encarnação divina, que estava sendo mantido cativo naquele local. Quando retornou à galera ferido e sem ter conseguido levar a cabo sua missão, o bárbaro procurou seu amigo Fafnir, que, devido a um ferimento, tivera um dos braços amputado (veja Fafnir). Quando soube que a capitão do navio havia ordenado que o pobre homem fosse jogado ao mar porque não queria alimentar um aleijado inútil, Conan matou o oficial. O príncipe Yezdigerd tentou conter a fúria do guerreiro ameaçando-o com uma espada. Isso só enfureceu Conan ainda mais. Empunhando uma cimitarra, o selvagem rasgou o rosto do príncipe e mergulhou nas águas do mar. Yezdigerd passou então a odiar Conan mais do que tudo. Ele tentou assassinar o bárbaro de várias maneiras, mas nenhuma delas surtiu efeito. Criado por Robert E. Howard décadas atrás, preocupado em conquistar reinos para seu pai, Yezdigerd acabou por parar de perseguir Conan.
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Aviso aqui que:
• essa série é a terceira de uma longa e, digamos, rica continuidade. As resenhas anteriores estão aqui e aqui.
• todas as encarnações de Nanoha tem o mesmo roteirista: Masaki Tsuzuki, descobri estes dias ^^>' (jurava que fossem vários autores iniciantes, dadas algumas decisões wtf alternadas com twists excelentes).
• inclusive StrikerS aqui e ali faz referência a histórias que aconteceram em outras mídias, mas não reclamar disso =p
• a analise a seguir ficou confusa - contém leves spoleirs! - mas é tanta coisa anotada que se não fizesse assim, faria nunca =p

(por Masaki Tsuzuki)
No final da série anterior, Nanoha toma uma decisão (tipo assim, estou escrevendo de memória) de ir embora da Terra e formar carreira, achar um sentido pra vida, e nessa convence Fate e Hayate de irem junto. Isso com nove anos de idade e os pais deixam ela ir embora, provavelmente são da família da mãe do Ash.
Foi mais ou menos nesse ponto, na metade do último episódio de A's que a série pulou o tubarão para mim. Mas como já tinha me apegado aos personagens e tenho aquele ímpeto completista, segui em frente :P
E, ao começar StrikerS, a terceira temporada, o que temos:
• personagens dez anos mais velhas;
• em outro status quo totalmente diferente (vou falar mal disso abaixo);
• em outro mundo (também vou falar mal disso abaixo);
• com um fiapo de ligação narrativa com as encarnações anteriores do anime.
• e com foco voltado mais aos personagens novos e (tentaram) tramas políticas.
.......poxa, não era melhor criar outra série de uma vez?
Sim, já comecei a ver o anime frustrada. Mas ao menos logo apareceu uma característica familiar de Nanoha: superpopulação de personagens, aparecendo mais gente que o roteirista é capaz de lidar :P Na série original tínhamos praticamente só Nanoha, Fate, Yuuno e Arf, além de alguns secundários. Em A's ganhamos mais secundários junto de Hayate, Vita, Signum, Shamal e Zafira. Em Strikers, as três meninas (Nanoha, Fate e Hayate) estão em uma espécie de força militar (aaaaaaaaaaaaarrgh!!), então temos um monte de secundários/terciários (o povo da base onde elas estão, militares/políticos de diversos escalões, gente que pelo jeito surgiu nos mangás entre as temporadas e membros de uma igreja influente genérica genuinamente do bem), quatro novatos (Caro, Erio, Subaru e Teana), um vilão principal (e suas DOZE assistentes) e três personagens dúbios orbitando esse.
Certeza que esse estúdio é um cabide de empregos para dubladores.
Outra coisa familiar de forma errada é o novo mundo da nova série: apesar de ser outro planeta numa outra dimensão, a cidade onde as meninas vivem é praticamente idêntica à Tóquio retratada em qualquer anime. A exceção é que aqui e ali tem gente de cabelo colorido, voando e atirando raios e, ei.... é, continua idêntica à Tóquio retratada em qualquer anime.
Moda, tecnologia, cultura, tudo é bem parecido com nossa Terra (inclusive o triste hábito narrativo de todas as pessoas serem “brancas”), com um detalhe ou outro diferente. O roteiro se esforça em contextualizar as regras daquele mundo, tanto política quanto de uso da magia, praticamente um manual de RPG e também perde um tempão montando os personagens, mostrando treinamentos, flashbacks etc.... mas no fim a trama andaria do mesmo jeito sem estes gargalos narrativos.
Em relação aos personagens em si, as novatas adolescentes (Subaru e Teana) são mais desenvolvidas, simpáticas, mas são quase que indistinguíveis entre si. Já Caro e Erio, as crianças da vez, são bem sem sal. Quanto aos personagens veteranos, é esquisito ver três pessoas tão diferentes das demais (mesmo tendo de disfarçar normalidade - um clichê que curto muito, diga-se) estarem confortáveis dentro de um ambiente tão... padronizador quanto o militar.
Hayate é a que mais me grita: deixou de ser uma personagem cadeirante (excelente para a pessoa (que não existe), péssimo para a personagem), potencialmente mais poderosa que as outras duas, para praticamente ficar travada na burocracia (há Motivos na lógica do universo da história, mas a lógica do universo da história é uma opção do autor, né?) e ficar com aquele gosto de personagem com desenvolvimento desperdiçado. Nanoha e Fate também carregam seu peso burocrático, gastam um tempão sendo professoras, mas ao menos Fate mostra seu lado “materno/irmã mais velha”, dando aquele apoio aos personagens menores, que são crianças sem família - o que é algo muito legal, pensando a infância rejeitada que ela mesma teve - e [leve spoiler] Nanoha vira mãe adotiva de Vivio, uma menina que surge perto do meio da série.
E essa acaba chamando tanto Nanoha quanto Fate de “mamãe”, escancarando aquilo que está aqui e ali no enredo, mas que ninguém fala com todas as letras: as duas são um casal. Poxa, até dividem a cama (enorme, por sinal).
(Vivio se torna tão importante que praticamente muda a abertura do anime quando sua relevância cresce lá pelo final :P)
E quanto a trama, é o básico, mas que aqui demora pra engrenar: vilão quer fazer algo, mas ninguém consegue chegar nele até o fim dos episódios. Só que é um antagonista genérico e sem carisma, assim como seus aliados. Tanto que algumas assistentes quase que indistinguíveis entre si conseguem facilmente roubar dele o papel de antagonista.
Voltando, é tanta gente os dois lados e tanto subplot pra resolver que no final não acontece o grande clímax, a resolução de vários probleminhas acabam fragmentando a emoção potencial do conjunto.
# Veredicto: dava para fazer algo legal sem tantas mudanças e inserções. Nanoha StrikerS não é ruim, mas como toda a franquia, tem aquele gostinho de oportunidades perdidas a rodo. Sendo sincera, é a mais fraca das cinco temporadas que vi, só melhor que os movies 3 e 4.
# Bom: apesar dos pesares, ver as personagens evoluírem, //o que uma garota mágica faz da vida quando vira adulta//? Apesar de totalmente troncha, a tentativa de ampliação do universo das histórias é algo digno de boa nota. Inclusive, temos em StrikerS o que pode se dizer que é um "menino mágico" (Erio), com transformação e tudo, o que diria que é meio raro em animação japonesa :P Fate evoluiu de uma forma legal e Nanoha continua sendo a melhor Gundam :P As lutas, apesar de não serem o forte dessa temporada, valem cada explosão e círculo mágico invocado. E, apesar de tudo, é uma franquia com clima leve: quase que não há mortes e, quando acontecem, fazem sentido.
# Mau: militarismo, fetiche com armas e uniformes em uma série que começou como aventura escolar. Tenho certeza que toda a dinâmica do quartel e tudo o mais faz referência à alguma franquia de robô gigante :P. Inclusive, me incomodou o roteiro dar uma passada de pano para militar golpista em certo momento do enredo. Outro problema sentido foi o descarte de personagens importantes para as personagens como pessoas que estavam nas séries anteriores, em troca temos personagens novos demais, episódios demais, dava para escrever uma história melhor com menos tempo e menos plots secundários que levaram a nada. Vilão e cia também é outro calcanhar de Aquiles. Downgrade de nível de poder de personagens só para fazer a história render mais. Fan service sem sentido... (//ah, agora tudo se explicou: a série se passa 10 anos pra frente pros animadores não serem presos por pedofilia fazendo as transformações como eles sempre quiseram fazer :Þ//) Ah, e por fim, acontece uma coisa nas entrelinhas que não tem muito impacto no total, mas me deixou assim O.O com as implicações: o vilão diz que implantou cópias dele mesmo nas doze assistentes, e elas nasceriam com as memórias e personalidade dele. Depois não se falou mais nisso.... houveram doze violências e doze abortos??
26 episódios • 2006-07
Resenhas mais legais que a minha, em inglês: deus ex magical girl • Yuri Reviews • Wikipedia
Estes dias trombei também com três videos imensos dissecando a franquia. Se está tão interessado, ligue as legendas e prepare-se para não piscar, a narração é rápida e em inglês: parte 1 (origem, Nanoha e A's), parte 2 (A's e StrikerS) e parte 3 (Vivio e mangás).


(The X-Men)
Os X-Men são uma organização de mutantes superpoderosos, fundada pelo professor Charles Xavier, com dois propósitos (veja Charles Xavier): primeiro, treinar mutantes com poderes sobre-humanos na utilização de seus poderes, e segundo, uni-los numa equipe para defender a humanidade de outros mutantes que decidiram usar suas habilidades para propósitos criminosos. As identidades civis da maioria dos X-Men são desconhecidas do público, e, nessas identidades, os heróis são oficialmente alunos do professor Xavier em sua Escola Para Jovens Superdotados. A escola que serve de base para os X-Men está localizada na mansão do Professor X em Graymalkin Lane, no condado de Westchester, Nova Iorque. Todos os X-Men são mutantes. Até o momento, existiram duas equipes de X-Men: os antigos ou originais, e os novos ou amais. Os antigos X-Men contavam com a presença de: Professor X, líder e fundador; Ciclope; Homem de Gelo; Anjo; Fera; Garota Marvel, mais tarde conhecida como Fênix; Mímico, que participou da equipe por um breve período; Polaris, hoje membro reserva e Destrutor, membro reserva. Os novos X-Men são compostos por: Professor X; Ciclope; Noturno; Wolverine; Banshee, atualmente sem poderes e membro reserva; Tempestade; Colossus e Kitty Pryde. Também faziam parte dos novos X-men, mas faleceram em combate o Pássaro Trovejante e a Fênix.
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Mês retrasado fiz uma cagada épica no cartão de crédito, então dei uma freiada bem forte nas compras: achei que tinha pago uma fatura e gastei, só para depois descobrir que por engano, paguei nada. Só imaginem.
Então, a lista desse mês tá bem humilde, mas com outra série completa ♥
Postagem anterior: julho/2021

Quadrinhos
31 de agosto
• Beastars 15: só falta a edição 6 agora x) Mesma opinião que aqui (22 volumes)
• Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba: #18: mesma opinião que aqui (23 volumes)
• Promissed Neverland #19: mesma opinião que aqui (20 edições)
• Dragon Ball #15: mesma opinião que aqui (34 volumes)(!)
• Lobo Solitário #28: mesma opinião daqui (acabou!!)

Quadrinhos Importados
18 de agosto
• Generation X (Epic Collection) #1 - Back To School: é uma fase dos mutantes um pouco depois de que eu parei, mas até tentei acompanhar. Alguns personagens eram interessantes e arte do Bachalo era um atrativo. Decidi pegar os poucos TP's do início (não devia, porque dólar vale mais que dinheiro, mas não tenho jeito)
• W.I.T.C.H. Part 2, Vol. 2: Nerissa's Revenge: mesma opinião que aqui

Livros
31 de agosto
Os mais espertos perceberam que as duas compras são bem no espírito do meu projetinho no catarse. Vá lá e me apoie :D
• Bíblia de Jerusalém: mais famosa pela qualidade das notas internas (referências cruzadas, informações históricas, etc) que pela tradução. É exatamente o que sempre estou procurando XD
• Os Evangelhos: uma tradução: outra tradução laica do texto grego. Mais notas de rodapé e mais uma vez alguém se esforçando em tirar a grossa casca de idéias acumuladas (pro bem e pro mal) de um dos textos mais centrais do ocidente. Claro que iria pegar!!

Leituras
• Bone 3
• Klara e o Sol (lendo)
• Manual do Minotauro (lendo)
Assisti
• Puella Magi Madoka Magica
• Otome Game No Hametsu Flag Shika Nai Akuyaku Reijou Ni Tensei Shiteshimatta... (mais conhecido como “Hamefura” :P)
• Magical Girl Lyrical Nanoha StrikerS
• Magical Girl Lyrical Nanoha ViVid
• ViVid Strike!
• Magical Girl Lyrical Nanoha The Movie 1st
• Magical Girl Lyrical Nanoha The Movie 2nd A's
• Magical Girl Lyrical Nanoha Reflection (assistindo)
• Sailor Moon (assistindo, finalmente!!)
(Wundarr)
Wundarr partiu do planeta Dakkan num foguete e chegou à Terra ainda criança. Um alienígena essencialmente humanóide, ele adquiriu certas habilidades sobre-humanas após uma exposição a raios cósmicos na atmosfera superior do planeta. Depois de seu foguete cair em nosso mundo, Wundarr cresceu no interior da nave até atingir a maturidade, quando foi libertado pelo Homem-Coisa (veja Homem-Coisa). Devido a sua falta de estudo e experiência, ele era bastante inocente e ignorante. Nesse estado, o extraterrestre foi levado para um laboratório de pesquisa do governo - o Projeto Pegasus - para ser usado em um experimento cujo objetivo era sondar a energia do Cubo Cósmico. Criado por Steve Gerber em 1972, desde então não se tem notícia de seu paradeiro.
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(Wong)
Criado por Stan Lee em 1963, Wong é o fiel servo chinês do Dr. Estranho - o cirurgião que se tornou um dos maiores mestres das artes místicas (veja Dr. Estranho) Apesar de não possuir poderes mágicos, Wong conhece artes marciais e é encarregado de tomar conta da enorme mansão que serve como santuário para o mago. Graças à fidelidade do oriental, a vida do Dr. Estranho foi salva inúmeras vezes da morte certa.
Índice: A • B • C • D • E • F • G • H • I • J • K • L • M • N • O • P • Q • R • S • T • U • V • Sobre esse projeto
Desenho, escrevo, e às vezes desenho e escrevo junto, fazendo quadrinhos. Até desenhar e escrever e animar já fiz ao mesmo tempo :P
E uns tempos atrás decidi fazer um catarse para me mecenar (existe esse verbo?), em troca vou compartilhando com os assinantes material antigo e novo meu. Atualmente ando focando mais na minha tentativa de livro, tem até beta rolando. E, só porque bateu vontade, decidi fazer uma “capa” com jeitão de quadrinhos para cada um dos capítulos dele, assim:
Os visitantes antigos desse blog velho devem se recordar vagamente que essa história já apareceu aqui uma baralhada de anos atrás e, sim, ela continua sendo contada de Lars para filha X)
Para ver as capas anteriores, clique aqui, aqui e aqui^^ Os assinantes do catarse, estão recebendo essa ilustração em alta qualidade, com & sem texto!! :)
Assim, se quiserem colaborar comigo (pufavô!!), cliquem na imagem abaixo, leiam a descrição do projeto e assinem^^ Os valores são pequenos e qualquer cinco reais a mais no fim do mês faz diferença!!
E tenho outro projeto, menos artístico mas não menos ambicioso:
Em breve, mais ilustrações :D