Essa é uma revisão anterior do documento!

(por Inori)
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Falei na resenha da terceira parte de Me Apaixonei Pela Vilanesa que, resolvida a parte do romance, só restava à autora lidar com a natureza do mundo para onde Rei foi jogada: ele nos é apresentado como sendo o cenário ficcional onde acontece o jogo que ela gosta muito.
Eu, wannabe escritora, tinha um multiverso de idéias de como abordar esse aspecto da história. A autora seguiu outro caminho, mais catastrófico e fatalista.
...mas não darei muitos spoilers disso não =P
Resumindo o livro: temos uma luta desesperada de vários reinos contra o Grande e Verdadeiro Inimigo, que eventualmente revela quem é de verdade - e, sutilmente, ressignifica o nome da série toda. E, logo depois, nos é mostrados o que aquele mundo realmente é.
(e, nessa revelação, Claire diz com todas as letras que é bissexual) (não que seja surpresa nessa altura)
Quando a autora mostrou a verdadeira natureza daquela realidade, tive medo de que a autora quebrasse a história, e até agora não sei o que achar, se estragou ou não, para ser sincera. Porque foi aquele movimento ousado numa história bem acomodada, que faz tudo mudar completamente, talvez fosse muita areia pro caminhãozinho de uma escritora novata.
Para mim, em alguns aspectos, a história meio que enfraqueceu, mas.... como disse, não sei direito o que achar :P
Voltando ao resumo, depois da revelação, temos um vilão com traços lovecraftianos, reviravoltas, um vilão menor se ferrando satisfatoriamente, o clichê do vilão fodão que morre nunca...
E final feliz, encerrando de vez um ciclo e reabrindo uma porta que foi fechada no livro 3. Eo conto final é uma bobeira dispensável.
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